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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010


Atividade solar pode interferir com comunicações na Terra até 2012, dizem cientistas

Imagem da Nasa de janeiro mostra labaredas solares (foto: cortesia Nasa / Missão Trace)

Atividade solar intensa pode prejudicar comunicações na Terra

atividade na superfície do Sol vem se intensificando e poderá provocar interferências nas redes de comunicação da Terra nos próximos dois anos, segundo adverte um grupo de cientistas em antecipação ao lançamento de um novo observatório solar da Nasa, a agência espacial americana.

Novas fotos feitas por telescópios espaciais mostram um aumento significativo das chamadas labaredas solares e de regiões de poderosos campos magnéticos conhecidos como pontos solares após um período com a mais baixa atividade solar em quase um século.

A atividade solar intensa pode prejudicar o campo de proteção magnética da Terra, provocando sérios problemas nos sistemas de comunicação e até mesmo nos sistemas de distribuição de energia elétrica.

Segundo os cientistas, o pico da atividade solar poderá ocorrer em meados de 2012, elevando o risco de problemas com transmissões de televisão e redes de internet e o risco de apagões durante os Jogos Olímpicos de Londres.

'Maluco'

“Nos últimos três anos, a superfície do Sol havia se acalmado bastante por um tempo. A cada 11 anos as labaredas reaparecem, e de repente vemos a retomada dessa atividade”, afirma a astrônoma Heather Couper, ex-presidente da Associação Britânica de Astronomia.

“O Sol é uma grande massa magnética, e se há qualquer interrupção nos campos magnéticos, o Sol fica meio maluco, então temos essas incríveis explosões e labaredas e coisas que provocam fenômenos como as auroras boreais”, explica Couper.

“Quando o Sol tem uma labareda, isso pode realmente afetar as conexões elétricas no nosso planeta. Isso já provocou até mesmo no passado a interrupção dos negócios nas bolsas de valores de Tóquio e no Canadá”, diz a astrônoma.

Sem explicações

Apesar de os cientistas conhecerem bem as consequências do aumento da atividade solar, eles ainda não têm muitas explicações para a origem do fenômeno, muito menos condições de prever sua ocorrência.

Os pesquisadores esperam que o lançamento do Observatório de Dinâmica Solar da Nasa, nesta semana, os ajude a coletar dados que os ajudem a dar avisos antecipados da ocorrência de labaredas solares e de tormentas magnéticas.

Segundo eles, as consequências podem ser minimizadas com o desligamento de circuitos eletrônicos sensíveis antes das tormentas magnéticas, reduzindo o risco de danos a satélites de transmissão.

A sonda da Nasa, que deverá ser lançada no sábado, ficará na órbita da Terra por cinco anos para investigar as causas da atividade solar intensa.

Fonte BBC 03.02.2010

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Studying The Secrets Of The Sun



This image was taken from NASA's Solar and Heliospheric Observatory in space. It shows an erupting prominence in the corona. These are the types of incidences that can produce violent space weather. Also shown is the scale of Earth.(SOHO - ESA and NASA)
by Staff Writers
Las Cruces NM (SPX) Jan 18, 2010
All life on planet Earth owes its existence to the sun. The sun's rays are where we derive our vitamin D and where most plants get their energy to go through photosynthesis. It was worshipped as a deity by ancient cultures and its power is now harnessed as a source of renewable energy.


The sun is a star at the center of our solar system. Its mass makes up more than 99 percent of the mass of our solar system and is 109 times the size of the planet we call home. More than 1.3 million Earths could comfortably fit inside the sun. Its core can reach temperatures of 27 million degrees Fahrenheit.

With all that we now know about this bright star, there are still many areas of the sun that are an enigma to us.

New Mexico's climate and clear skies make it an ideal location for stellar and solar observations, and scientists around the globe are taking advantage and employing the expertise of local researchers in finding out everything they can about the sun - from the inside out.

"I think New Mexico is really coming of age in the field of astronomy in terms of what is happening at our individual campus and what is happening with our national and international collaborations," said Bernie McNamara, professor in New Mexico State University's Department of Astronomy. "We are actually at the stage now where New Mexico institutions are being sought out as collaborators."

NASA is about to launch a 15-year mission to study the sun continuously through satellites and telescopes and NMSU is set to play an integral part in interpreting the data collected from the instruments.

From a single, ground-based telescope, the sun cannot be viewed once it sets, creating gaps in data collection. The main aspect of the soon-to-be-launched multi-billion dollar Solar Dynamic Observatory satellite is that it will allow the sun to be viewed continuously, said Jason Jackiewicz, assistant professor of astronomy at NMSU.

Researchers will use state-of-the-art instruments to study the oscillations on the surface of the sun as well as seismic data that will look inside the sun in order to find the source of solar events.

"The mission is designed to understand the magnetic sun," Jackiewicz said. "We are trying to predict when and where a sunspot will pop through the surface of the sun. If we can do that, it might give us an idea of how we can predict solar flares and other massejections."

Jackiewicz earned a spot on the SDO team, charged with setting up a data analysis pipeline to detect magnetic structures beneath the surface of the sun.

"This satellite will provide us with the best data, by far, that we have seen in a long time," Jackiewicz said.

Astronomers at NMSU also are using grants from NASA and the National Science Foundation to help predict space weather in order to prevent damage done by solar magnetic storms to space-based and ground-based electronic facilities.

The National Solar Observatory, which has observation sites at Sacramento Peak in Sunspot, N.M., and at Kitt Peak in Tucson, Ariz., is consolidating its operations in anticipation of a new telescope based in Hawaii called the Advanced Technology Solar Telescope. When it is completed, the ATST will have the ability to study the smallest spatial features of the sun.

A second major new solar project that New Mexico may well play a role in is called the Stellar Oscillation Network Group. Led by a group of Danish institutions it aims to build eight telescopes around the world so that stars can be viewed continuously.

NMSU, in collaboration with other institutions, has applied for funding from NSF's Major Research Instrumentation Program to place one of these new telescopes at the Apache Point Observatory, in Sunspot.

SONG is fundamentally different from other kinds of solar missions because its telescopes will measure stellar oscillations through the motion of the star's surface. This will be done with a precision not before possible, McNamara said.

"The science behind this project is really unprecedented," Jackiewicz said.

The Air Force Research Laboratory is working to relocate its Space Weather Center of Excellence to New Mexico from Massachusetts. The AFRL is a major force in the state in solar and stellar research and its scientists are interested in teaming with an institution in New Mexico to continue their work.

McNamara said officials have spoken to researchers at the University of New Mexico and also plan to speak to researchers at NMSU to be a part of the partnership.

At NMSU, the 21st Century Space and Aerospace Cluster - made up of members from the astronomy, computer science, electrical and computer engineering, mechanical and aerospace engineering and physics departments and the Physical Science Laboratory - works to promote space-related education and research at the university.

The NSF has awarded several grants in New Mexico that focus on solar research, including projects at Los Alamos National Laboratory, UNM and NSO, where graduate students from NMSU and other universities work under the mentorship of renowned scientists.

"Within New Mexico, we are gaining a strong national and international reputation in the field of solar physics that makes us an attractive partner," McNamara said.

As interest in the sun and its impact on Earth continues to increase, New Mexico is donning its sunshades and doing everything it can to stay at the forefront of revolutionary solar research.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Unidade de energia solar faz mais com menos sol


Energia Solar Cotidiana

A empresa de Tecnologias Sopogy's MicroCSP está sendo usados painéis solares em diversas aplicações como geração de calor de processos, ar condicionado, através da energia solar, implantado na cobertura e com boa potência, segundo redatores de Kona, no Havaí (UPI) em 14 de dezembro de 2009

A MicroCSP Central Solar é a primeira geração térmica do mundo utilizado por proprietárias de
painéis solares abertos de Energia Natural, no Laboratório do Havaí, em uma resposta nova e importante para a iniciativa estatal de gerar energia limpa. O projeto abrange a energia térmica de 3,8 hectares em Kona e as características dos 1.000 painéis solares, a primeira de sua espécie, baseado no Havaí pela Sopogy Inc. informam.

Através do uso de espelhos e de óptica e um sistema integrado de rastreamento do Sol, a empresa afirma que a painéis podem alcançar uma maior eficiência dos painéis solares convencionais e são muito bons na captação da energia, mesmo em condições de nebulosidade.

A energia solar é atração de financiamento e apoio em todo o mundo em meio a uma disputa por energia limpa. Como fabricante dos painéis, Sopogy está pronta para substituir o "caótico" sistema de instalações de energia solar em todo o mundo com a sua marca de produto.

Sopogy tem projetos de exploração em Idaho, Califórnia, Havaí e vários outros em toda a Europa, no Oriente Médio e na Ásia. No entanto, muitos clientes estão usando Sopogy os sistemas como uma vantagem competitiva e ter intencionalmente mantido seus projetos confidenciais.

Analistas disseram que vários fatores de atualização suportados pelos painéis solares convencionais, com mais eficiente e dispositivos versáteis que responder aos desafios familiar,
como a luz solar dos mais pobres ou fragilidade na falta de confiabilidade nos equipamento.

Sopogy sistema marca também utiliza uma energia térmica, buffer de armazenamento, o primeiro de seu tipo, que permite que a energia a ser produzido durante períodos céu muito nublado. O buffer pode também transferir a energia produzida durante o dia para noite.

Sopogy nomeado o projeto "Holaniku na Keahole Point" para adicionar cor local e de modo a reflectir a diversidade do uso da tecnologia. O termo havaiano significa um local que tem todo o necessário para a auto - suficiência.

Sopogy também acredita que será vencedora com MicroCSP, a tecnologia aplicada em sistemas de energia solar. "MicroCSP é uma realização robusta, modular e de baixo custo de tecnologia solar térmica efetiva ", disse Darren T. Kimura, presidente da companhia e CEO. Kimura disse que a realização e demonstração do segundo projeto central solar térmica é um primeiro passo importante para alargar o seu uso em todo o mundo.

Tecnologias Sopogy's MicroCSP estão sendo usados nas mais diversas aplicações como o calor de processo, ar solar condicionado, implantação de cobertura e geração de energia elétrica.
O Havaí Clean Energy Initiative tem atraído a atenção da indústria de energia renovável. Sopogy e seu projeto de desenvolvimento local solar parceiro Keahole Solar Plano de energia para trazer 30 megawatts de energia para o MicroCSP no Estado em 2015.

Analistas disseram que os preços competitivos dos sistemas de Sopogy, seriam crucial para o estabelecimento da empresa em energia solar no mercados de energia térmica, com menos dinheiro do que na Europa, os países industrializados ou estados ricos em petróleo experimentariam uma diversificação de energia.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Palestra "Brasil em Relevo" com imagens do satélite Landsat 5 e 7


Vista de Curitiba - Paraná pelo Satélite Landsat 7

O projeto SRTM (Shuttle Radar Topography Mission) da NASA junto aos seus associados, oferece a possibilidade de conhecer o Brasil através de sua imagem real e não de mapas (sujeitos a interpretações e erros) seria impensável há alguns anos, quando o preço e o tamanho das imagens de satélite tornavam seu uso restrito. Hoje os processos de tratamento das imagens estão mais automatizados, mais rápidos, baratos e compatíveis com computadores pessoais.

Pela primeira vez já é possível observar claramente a real situação de 100% do território nacional, ou seja, 8.547.403,5 km2. Mosaicos inéditos, para todos os Estados brasileiros, foram gerados, a partir de imagens recentes dos satélites Landsat 5 e 7, pela Embrapa Monitoramento por Satélite e permitem ver, com detalhes, como está a situação de cada um desses Estados.

Além das dificuldades de aquisição, georreferenciamento e mosaicagem das imagens de satélite, o projeto Brasil Visto do Espaço exigiu um grande esforço da equipe da Embrapa, na criação de uma interface de navegação "amigável", capaz de rodar em qualquer tipo de computador, com os mesmos programas de navegação utilizados para Internet. O projeto pretende fazer com que as imagens de satélite se tornem ferramentas cada vez mais públicas e democráticas e antecipa a aposentadoria do velho globo terrestre desenhado. Alguns estados deram muito trabalho devido à cobertura constante de nuvens como no litoral do Nordeste ou na serra onde está o Pico da Neblina, no Amazonas. O Amapá, por exemplo, exigiu o dobro do empenho, na colagem eletrônica de pedacinhos de imagem sem nuvem, um verdadeiro quebra-cabeças de datas diferentes, sempre buscando a maior atualização possível.

Uma vez resolvido o quebra-cabeças, entretanto, o mosaico se tornou uma ferramenta de fácil leitura. Através de aproximações sucessivas, qualquer um pode procurar sua fazenda, sua cidade ou saber que tipo de forças econômicas modificam sua vizinhança.

Ao oferecer este tipo de produto operacional de com uma aplicação de amplo espectro, a Embrapa Monitoramento por Satélite pretende seguir democratizando a informação científica e sua aplicabilidade pelas comunidades locais, sociedade organizada, ongs, institutos de ensino, pesquisa etc. Entendemos que este é o melhor caminho para aumentar a sustentabilidade da agricultura brasileira e a preservação ambiental.

Os efeitos das mudanças climáticas estão no nosso cotidiano, vale salientar a importância das Prefeituras Municipais conhecerem esta base de dados oferecida gratuitamente pela Embrapa Monitoramentos por Satélite, órgão ligado ao Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento para efetuar um planejamento eficiente de sua Topografia, com atualização das cotas de elevação do níveis das águas e áreas de possíveis desmoronamentos.

Palestras de apresentação do produto poderão ser ministradas pelo autor deste Blog, o Engenheiro Ernesto Ubiratan Marchiori, onde serão apresentados algumas curiosidades da Geologia Externa, como possíveis impactos de Meteoritos, Astroblemas, Crateras de Vulcões extintos, relevo de águas, reflorestamentos e desmatamentos, casos observados em todos os estados da união. A palestra requer um computador ou notebook com Data Show, e Internet conectada. Os contatos pelo e-mail ubiratan57@gmail.com

Curiosidades e Destaques que poderão ser apresentados

Meteoritos
Astroblema de Araguainha - MT
Astroblema do Cerro do Jarau - RS
Impacto de meteorito - Domo do Vargeão - SC
Impacto de meteorito - Riachão Ring - MA
Impacto de meteorito - Serra da Cangalha - TO
Possível impacto de meteorito - Cratera de Aimorés - MG
Possível impacto de meteorito - Cratera da Colônia - SP
Possível impacto de meteorito - Est. de São Miguel do Tapuio - PI
Fonte: Crateras de Meteoritos no Brasil
Impacto de meteorito - Distrito de Vista Alegre, município de Coronel Vivida - PR

Vulcões
Cratera do vulcão extinto em Patrocínio - MG
Cratera do vulcão extinto em Poços de Caldas - MG
Cratera do vulcão extinto na região de Barra de São João, município de Casimiro de Abreu - Morro São João - RJ
Maciço do Tinguá em Nova Iguaçu - RJ
Fonte: Astronomia & Astronáutica

Formações
Chapada do Araripe - região do Crato e Juazeiro - CE
Depressão em área de cerrado - região de Sta Rita do Passa Quatro - "Pé de Gigante" - SP
Domo de Caldas Novas - GO
Morro de Araçoiaba - região de Iperó - SP
Parque Nacional Aparados da Serra Canyon Fortaleza - RS
Relevo residual no Jalapão - TO

Diversos
Relevo do Reflorestamentos - região de Sta Rita do Passa Quatro - SP
Relevo das águas - região da barragem de Samuel - RO
Relevo do desmatamento - região de Sena Madureira - AC
Relevo do desmatamento - região do Rio Crespo e Cujubim - RO
Relevo do desmatamento - região de Barra do Garça - MT
Relevo do desmantamento - região de Machadinho d´Oeste - RO
Relevo do desmatamento - região do vale do Rio Juruena - MT

Referência obrigatória quando à utilização do material:
MIRANDA, E. E. de; (Coordenador) Brasil em Relevo.
Campinas: Embrapa Monitoramento por Satélite, 2005.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Química Primordial nos Oceanos

Especificamente, os folhelhos revelaram que os episódios de acumulação de sulfeto de hidrogênio e do oxigênio livre dos oceanos profundos, ocorreram quase 100 milhões de anos antes do Grande Evento de Oxidação e até 700 milhões de anos antes que essas condições foram preditos por modelos do passado para os oceanos recentes. Os cientistas acreditavam que o oceano mais cedo, por mais da metade da história da Terra de 4,6 bilhões de anos, caracterizou-se, em vez de grandes quantidades de ferro dissolvido sob condições de oxigênio, essencialmente, não ocorreu. Segundo os Escritores de Riverside Califórnia (SPX) em 30 de outubro de 2009

Cientistas amplamente aceitam que cerca de 2,4 bilhões de anos atrás, a atmosfera da Terra sofreu uma mudança dramática quando níveis de oxigênio aumentaram fortemente. Chamado de "grande evento da oxidação" (GOE), o pico de oxigênio é um importante marco na história da Terra, a transformação de uma atmosfera pobre em oxigênio para uma rica de oxigênio, abrindo o caminho para a vida complexa a se desenvolver no planeta. Duas perguntas que permanecem sem solução em estudos da Terra primitiva : Quando a produção de oxigênio, através da fotossíntese começou e quando começou a alterar a química dos oceanos e da atmosfera da Terra ? Agora, uma equipe de investigação liderada por geocientistas da Universidade da Califórnia, Riverside corrobora evidências recentes de que começou a produção de oxigênio nos oceanos da Terra, pelo menos 100 milhões de anos antes do "grande evento da oxidação", e vai um passo além na demonstração de que mesmo concentrações muito baixas de oxigênio pode ter profundas efeitos sobre a química do oceano. Para chegar a seus resultados, os investigadores analisaram folhelhos negros da Austrália Ocidental de 2,5 bilhões anos . Essencialmente, representando peças fossilizadas do fundo do mar antigo, as camadas finas dentro das rochas permitiram que os investigadores da página na história da evolução química do oceano. Especificamente, os folhelhos revelou que os episódios de acumulação de sulfeto de hidrogênio do oxigênio do oceano profundo livre, ocorreram quase 100 milhões de anos antes do GOE e até 700 milhões de anos antes que essas condições foram preditos por modelos do passado para o oceano recente. Os cientistas acreditavam que o oceano recente, por mais da metade da história da Terra 4,6 bilhões de anos, caracterizou-se, em vez de grandes quantidades de ferro dissolvido sob condições de oxigênio, essencialmente, não ocorreu. "A sabedoria convencional tem sido a de que o oxigênio atmosférico sensível é necessário para em condições de meio sulfídricas, para se desenvolver no oceano", disse Chris Reinhard, um Ph.D. estudante de pós-graduação no Departamento de Ciências da Terra e um dos membros da equipe de investigação. "Descobrimos, no entanto, que as condições sulfidricas no oceano é possível mesmo quando hája muito pouco oxigênio ao redor, abaixo de cerca de 1/100,000 do oxigênio na atmosfera moderna". Reinhard explicou que, mesmo em níveis muito baixos de oxigênio na atmosfera, a pirita mineral, pode por ações meteorológicas sobre os continentes, resultando no fornecimento de sulfato para o oceano pelos rios. Sulfato é o ingrediente chave na formação de sulfeto de hidrogênio no oceano. Timothy Lyons, professor de Biogeoquímica, cujo laboratório conduziu a pesquisa, explicou que o sulfeto de hidrogênio no oceano é uma impressão digital da produção fotossintética de oxigênio 2,5 bilhões de anos. "A pré-GOE foi uma emergência para a fotossíntese aeróbica, é um assunto de intenso debate, e a sua resolução está no cerne da compreensão da evolução das diversas formas de vida", disse ele. "Nós encontramos uma peça importante do quebra-cabeça". "Nossos dados apontam para a fotossíntese produzem oxigênio muito antes de as concentrações de oxigênio na atmosfera, eram mesmo uma pequena fração do que são hoje, sugerindo que o oxigênio, em reações químicas, estavam consumindo e compensando boa parte da produção", disse Reinhard, o principal autor do o papel da investigação. Os pesquisadores afirmam que a presença de pequenas quantidades de oxigênio pode ter estimulado a evolução inicial dos eucariontes - organismos cujas células e núcleos - são milhões de anos antes do GOE. "Esta produção de oxigênio inicial preparar o terreno para o desenvolvimento dos animais quase dois bilhões de anos mais tarde," Lyons disse. "A evolução dos eucariotos teve de tomar o primeiro lugar." Os resultados igualmente têm implicações para a busca de vida em planetas extra-solares. "Nossos resultados adicionam à evidência crescente que sugere que a produção biológica de oxigênio é uma condição necessária mas não suficiente para a evolução da vida complexa", disse Reinhard. "A atmosfera do planeta com oxigênio abundante proporcionaria uma bioassinatura muito promissor. Mas uma das lições é que só porque as medições espectroscópicas não detectam oxigênio na atmosfera do outro planeta não significa necessariamente que a produção biológica de oxigênio está ocorrendo ". Para analisar os xistos, Reinhard primeiro pulverizado-los em um pó fino no laboratório de Lyons. Em seguida, o pó foi tratada com uma série de substâncias químicas para extrair minerais diferentes. Os extratos foram então executados em um espectrômetro de massa na Universidade da Califórnia Riverside. "Uma coisa interessante sobre a nossa descoberta de condições sulfidic que ocorra antes do GOE é que pode lançar luz sobre a química dos oceanos durante outros períodos no registro geológico, como um mal entendido 400 milhões de anos de intervalo entre o GOE e cerca de 1,8 bilhões de anos atrás , um momento em que os oceanos profundos parado mostrando sinais de altas concentrações de ferro ", disse Reinhard. "Agora, talvez tenhamos uma explicação. Se as condições sulfidricas pode ocorrer com quantidades muito pequenas de oxigênio ao redor, então eles poderiam ter sido ainda mais comum e generalizada após o GOE". Lyons disse, "Isto é importante porque as condições de oxigênio-pobres e sulfidricas quase certamente impactou a disponibilidade de nutrientes essenciais à vida, tais como nitrogênio e traços de metais . A evolução do oceano e a atmosfera estava em uma relação causa-efeito em equilíbrio com o evolução da vida. "

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Meteoritos ...



No Brasil, o meteorito de Bendegó, é o maior meteorito brasileiro, pesando 5360kg, um hipotético fragmento do núcleo do planeta Kryptos. Foi encontrado nas proximidades do Rio Vaza Barris no Estado da Bahia. No leito daquele riacho, o meteorito que após ter entrado na curva do tempo, esteve por lá enterrado até 1785, quando foi encontrado pelo Seu Joaquim da Motta Botelho. O Geólogo Norte Americano, naturalizado brasileiro Mr. Orville A. Derby foi um grande estudioso dos meteoritos Brasileiros, tendo dado uma atenção especial, ao "Bendegó" em 1890, na realidade é um Siderito, oriundo do núcleo de um planeta oculto, cuja composição maior é Níquel e Ferro. Atualmente este Siderito encontra-se no Museu Nacional do Rio de Janeiro desde 1888. O Bendegó foi encontrado em 1784, próximo a cidade de Monte Santo, no sertão da Bahia, pelo filho do Seu Joaquim da Motta Botelho, o menino Bernadino da Motta Botelho, quando tomava conta de algumas cabeças de gado, então o pai do menino apoderou-se do achado...


Até hoje não se sabe a data que este siderito caiu. O ministro Martinho de Melo e Castro tomou conhecimento do fato através de carta de Dom Rodrigo datada de 12 de setembro de 1784 que é a 'Certidão de Nascimento do Meteorito Bendegó'. Somente em 1887, uma expedição, chefiada por Jose Carlos de Carvalho, tenente da Marinha, na época, foi até o local e trouxe para o Rio de Janeiro, a pedido de D. Pedro II e de alguns membros da Academia de Ciências de Paris. O que um Tenente da Marinha Brasileira tem haver com achados e perdidos espaciais, lá nos sertões baianos, é um mistério da Burocracia Imperial Brasileira. Todavia, Os Sertões, obra magnífica sobre a Guerra de Canudos, de Euclides da Cunha, menciona o meteorito de Bendegó.


Outro grande Meteorito foi localizado no interior de Goiás, um objeto metálico pesa cerca de 2,5 toneladas. Moradores de uma fazenda no interior de Goiás descobriram por acaso um meteorito que lembrava aço nas suas propriedades (um siderito). Um pedaço do material foi encaminhado para o Museu Nacional do Rio de Janeiro analisar. A instituição catalogou e afirmou que ele é o segundo maior já encontrado no Brasil, um Bendegó II ? A suspeita é que ele tenha caído há centenas de anos lá em Goiás e pesaria 2,5 toneladas. Durante anos a peça foi ignorada pelos proprietários. "Seu Eli Braz" encontrou a rocha na fazenda da família, mas pensou que fosse uma pedra de manganês. Para verificar, recentemente, retirou uma amostra e mandou para a análise. "Pegamos a picareta, batendo na rocha e na hora a ponta da picareta entortou, saindo uma faísca", disse o irmão do "Seu Joaquim". Ao descobrir que se tratava de um material incomum, o fazendeiro Eli Braz decidiu retirar o meteorito do local. Enterrou o objeto em uma casa na cidade de Campinorte, há 300 km de Goiânia, e saiu da fazenda. Os fazendeiros pretendem vender o objeto por um milhão de reais (!). "Nem sabia que existia meteoro ou coisa que caía do céu", conta o Sr. Joaquim. Meteoritos são fragmentos de asteróides, planetas ou cometas. Podem ser rochosos ou metálicos. A maioria se desintegra na atmosfera, mas alguns atingem a superfície da Terra.


P.S. Estes assuntos entre outros assemelhados, poderão ser encontrados no livro "A História da Kryptonita" se você leu, compreendeu e gostou deste livro, recomende-o para os seus amigos, caso contrário recomende-o para os inimigos.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Cotidiano da Energia Solar portátil

Extra ! Resta uma ilusão ...
A Tecnologia Solar Portátil, está para receber a 600.000th E.U. Design de Patentes.

Um trabalhador, Mr Robert Workman, se inspirou, para desenvolver a tecnologia de energia portáteis, durante uma viagem à República Democrática do Congo (RDC). Localizada na África Central, que possibilita o acesso à energia elétrica confiável, que é inexistente na maioria dos lugares. A tecnologia Gobe é o primeiro passo para tornar a RDC, e, eventualmente, o planeta, um lugar melhor, criando uma nova forma de fornecimento confiável e portátil de energia solar. Pelos Escritores Espanhol Fork UT (SPX) 14 de outubro de 2009 O United States Patent and Trademark Office (USPTO) premiará GOAL, uma empresa de energia renovável para estilos de vida ao ar livre, das 600.000 patentes de design para a tecnologia. Por trás de seu produto novo e portátil de energia solar. O evento terá lugar no dia 14 de outubro, em Alexandria, Virgínia, no National Inventors Hall of Fame. A patente foi concedida para o desenvolvimento do estado-da-arte da tecnologia que captura e utiliza a energia solar em um equipamento portátil, tudo-em-um produto chamado 'Gobe'. Sem a necessidade de uma rede elétrica normal, o sistema possui um controlador de carga integrado, um conversor de energia, um comutador variável AC/DC e entradas USB/ e saídas USB, controles simples e indicadores, e os recursos internos de segurança, o que torna a solução ideal para as necessidades convencionais de energia . "Nós estamos agraciados por esse reconhecimento do USPTO, para a concepção desta tecnologia", disse Robert Workman, presidente e executivo-chefe, GOAL0. "Nossa empresa tem o orgulho de desempenhar um papel na oferta de acesso seguro para energia renovável, mesmo nos lugares mais remotos da terra". Workman se inspirou para desenvolver a tecnologia de energia portáteis durante uma viagem à República Democrática do Congo (RDC). Localizado na África central, o acesso à energia elétrica confiável é inexistente na maioria dos lugares. A tecnologia Gobe é o primeiro passo para tornar a RDC, e, eventualmente, o planeta, um lugar melhor, criando uma nova forma de fornecimento confiável e portátil de energia solar. "Estamos entregando soluções inovadoras de energia renovável que vai mudar a maneira como as pessoas vivem", disse Workman. "Essa tecnologia pode ser usada em qualquer lugar, a qualquer momento e por qualquer pessoa. Desejamos que esta patente seja apenas o começo." Em conjunto com a incorporação de GOAL0, Workman também estabeleceu TIFIE (Ensino de Indivíduos e Famílias a independência, através da Empresa) Humanitária, uma organização sem fins lucrativos que trabalham para fornecer e ensinar o uso de tecnologias de energia renovável solar para comunidades carentes global.