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sexta-feira, 28 de maio de 2010

As Listras Perdidas de Júpiter


O Telescópio Hubble comprovou um fato inusitado. De tempos em tempos, em torno de 11 a 15 anos, o planeta Júpiter perde uma faixa de suas listras. As faixas mais claras são cristais de Amônia, e as faixas mais escuras possuem concentrações mais elevadas de Enxôfre e de Fósforo. Possivelmente o fenômeno deve-se à inclinação do planeta em sua órbita e às forças de Córriolis, devido às altas ventanias, tornados e furacões a que o planêta está sujeito.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Hubble identifica estrela que está 'engolindo' planeta


O Telescópio Espacial Hubble descobriu sinais de que uma estrela semelhante ao nosso Sol que está lentamente "devorando" um planeta próximo, longe do Sistema Solar. Astrônomos já haviam concluído que estrelas são capazes de engolir planetas que as orbitam, mas esta é a primeira vez que o fenômeno é constatado tão claramente. Embora o planeta esteja longe demais para ser fotografado pelo telescópio, os cientistas criaram uma imagem dele baseada em análises das informações coletadas pelo Hubble. A descoberta foi divulgada na publicação científica The Astrophysical Journal Letters. Os pesquisadores dizem que o planeta, chamado Wasp-12b, pode ainda existir por mais dez milhões de anos antes de ser completamente engolido por sua estrela. O planeta está tão próximo da estrela que completa uma órbita em apenas 1,1 dia terrestre com temperaturas em torno dos 1.500ºC. A Atmosfera ‘vazando’, na grande proximidade entre o Wasp-12b e a estrela levou a atmosfera do planeta a se expandir a um raio três vezes maior que a de Júpiter. O material proveniente dela está "sendo capturado" para a estrela. "Nós vimos uma nuvem imensa de material em torno do planeta que está escapando e será sendo capturada pela estrela", disse a astrônoma Carole Haswell, da Open University, na Grã-Bretanha. Ela lidera a equipe de especialistas que identificaram o fenômeno. A detecção da nuvem pelo Hubble permitiu que os cientistas tirassem conclusões sobre como ela foi gerada. "Identificamos elementos químicos nunca vistos antes em planetas fora no nosso Sistema Solar." A Wasp-12 é uma estrela-anã localizada na constelação de Auriga (também conhecida como ‘Constelação do Cocheiro’ ), à 600 ano-luz da Terra. O Wasp-12b havia sido descoberto em 2008.

Constelação da Vela




Kappa Velorum (κ Vel / κ Velorum) é uma estrela binária na constelação de Vela. Também é tradicionalmente conhecida como Markab, (a Peg) HIP113963 nome que compartilha com a estrela Alfa Pegasi. Kappa Velorum é uma binária espectroscópica, classificada como uma subgigante branco-azulada da classe B, com uma magnitude aparente de of +2,47. Dista aproximadamente 539 anos-luz da Terra. As duas componentes completam uma órbita a cada 116,65 dias. A estrela está somente a poucos graus do pólo sul celestial de Marte, e assim poderia ser considerada como a "Estrela do Sul" marciana. Mas, devido à precessão dos equinócios, será a estrela brilhante mais próxima do pólo sul celestial da Terra, por volta de 9000 AD. Ver Links
http://www.yeatsvision.com/Images/SPolars.gif NGC 3532, NGC 2516 Aglomerado aberto de estrelas e a NGC 3372n Car Nebula,

Constelação da Ursa Menor



Ursa Minor (UMi), a Ursa Menor, é uma constelação do hemisfério celestial norte. O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Ursae Minoris. Esta constelação contém a Estrela Polar, sobre o pólo celeste norte. As constelações vizinhas são Cepheus, Camelopardalis e Draco.

Constelação da Ursa Maior


A constelação da Ursa Maior (UMa) é uma das mais facilmente identificáveis nos céus noturnos do hemisfério norte. As suas estrelas principais conferem a esta constelação uma imagem muito característica como se mostra na figura acima. Das sete estrelas, merece particular destaque Mizar (zeta-UMa). Esta é de fato a estrela mais famosa da Ursa Maior. Uma observação mais atenta, mesmo a olho nu, revela a presença de uma companheira de magnitude aparente 4.3. Trata-se de Alcor, uma estrela da sequência principal. Alcor e Mizar estão separadas por apenas 12 minutos de arco. Contudo este sistema binário é apenas aparente. As duas estrelas estão apenas e tão somente alinhadas quase na mesma direcção com Alcor cerca 3 a 4 anos luz mais distante do que Mizar. Diz-se que este par forma um binário ótico. Em pequenos telescópios é possível observar um terceira estrela, de magnitude aparente 4.0, a apenas cerca de 15 segundos de arco de Mizar. Trata-se de Mizar B, que conjuntamente com Mizar A (anteriormente designada apenas por Mizar) forma um verdadeiro sistema binário de estrelas. Tanto Alcor, como Mizar A e Mizar B constituem, por sua vez, sistemas binários espectróscópicos.

Constelação do Unicórnio

Leonardo da Vinci escreveu o seguinte sobre o unicórnio: "O unicórnio, através da sua intemperança e incapacidade de se dominar, e devido ao deleite que as donzelas lhe proporcionam, esquece a sua ferocidade e selvajaria. Ele põe de parte a desconfiança, aproxima-se da donzela sentada e adormece no seu regaço. Assim os caçadores conseguem caça-lo." Ver no focinho do Unicórnio o belo aglomerado aberto de estrelas NGC2244


Constelação do Tucano



A 47 Tucanae, "Constelação do Tucano", ave piciforme, ranfastídea, da qual há quatro espécies brasileiras reunidas no gênero Ramphastos Toco. Alimentam-se de pequenos frutos e, não raro, gostam de pilhar ninhos de outras aves. São sociais, e vivem em pequenos bandos. O NGC104, ou apenas `47 Tuc´ é um aglomerado globular situado na constelação do Tucano. Está a de cerca de 16700 anos-luz de distância da Terra, e tem 120 anos-luz de diâmetro. Pode ser visto a olho nu, e é brilhante o suficiente para ganhar uma designação de Flamsteed com uma magnitude visual de 4,0. É apenas uma de um pequeno número de características com essa designação do céu do sul. O `47 Tucanae´ foi descoberto por Nicolas Louis de Lacaille em 1751; a sua localização muito ao Sul tem escondido de observadores europeus até então. O aglomerado aparece aproximadamente com o tamanho da lua cheia no céu em condições ideais. É o segundo aglomerado globular mais brilhante no céu (depois de Omega Centauri), e é conhecido por ter um núcleo muito brilhante e denso. Ele tem de 22 pulsares milisegundos conhecidos, e pelo menos 21 estrelas retardatárias azuis perto do centro. Tucanae está incluído no Catálogo Caldwell de Sir Patrick Moore como C106, NGC104 concorre com NGC 5139 para o título: O mais esplêndido Aglomerado Globular no céu. NGC104 tem duas características em seu favor. Ele é arredondado e tem um centro mais compacto, o seu hardcore. No entanto, devido à localização, observadores vão para o NGC5139.